Sacramentos

Os sacramentos são sinais visíveis e sagrados do amor de Deus entre nós, bem como sinais de libertação para a vida. Os mesmos “foram instituídos por Cristo e são sete: o Batismo, a Confirmação, a Eucaristia, a Penitência, a Unção dos Enfermos, a Ordem e o Matrimônio” (C.I.C n. 1210). Esses sinais destinam‐se à santificação dos fiéis, à edificação do corpo de Cristo e ao culto a ser prestado a Deus (cf. SC n. 59).

Assim, os sacramentos recobrem todas as etapas do dinamismo da vida humana. São os sinais da vida que Cristo oferece para libertar e santificar estas etapas do crescimento humano e de seu relacionamento com os outros em marcha para a consumação final (cf. Ap 22,1‐5).

O nascimento, a entrada na idade adulta, o casamento, a morte são acontecimentos que se tornam sinais da verdadeira dimensão da vida que o Pai quer para seus filhos. Estes acontecimentos, através do batismo e do sacramento da confirmação, tomam uma significação que exprime que fomos salvos, gerados e confirmados para uma vida nova. Contudo, não significam apenas a vida. Eles a comunicam de maneira verídica e eficaz. Neles, a proposta de Deus em Cristo torna‐se próxima de nós. Penetra em nosso coração e em nossa liberdade, suscita resposta ativa que nos liberta e faz viver sempre em maior plenitude.

No centro desses acontecimentos está o próprio Cristo que vem e se entrega totalmente. Isto acontece na celebração da Eucaristia. Ele vem como palavra viva. Entrega‐se numa presença que se comunica como alimento de vida. E no seu sacrifício que se renova, comunica a vida de comunhão com o Pai e com os demais irmãos.

Autoria: Padre Aparecido Barbosa

Confissão

O sacramento da Penitência é a continuidade, na força do Espírito Santo, da obra de cura e salvação de Jesus Cristo, e quem se aproxima deste sacramento pela misericórdia divina, obtém o perdão e é reconciliado com Deus e com a Igreja.

Ele pode também ser chamado de sacramento da Conversão, pois ao confessar-se os pecados volta-se para “casa”, para o abraço do Pai; de Penitência, pois exige um esforço pessoal e eclesial de conversão; de Confissão, dos pecados e da misericórdia de Deus; de Perdão e Reconciliação, pois nele encontra-se com o Amor que reconcilia.

A Misericórdia Divina nos oferece a oportunidade de conversão, restaurando a santidade e reconduzindo-nos ao caminho da vida eterna, através do sacramento do perdão.

No sacramento da Reconciliação, somos convidados a reorientar nossa vida para Deus, de todo coração, a romper com o pecado e mudar de vida. A conversão é obra da graça. Deus chega antes em nosso coração e nos dá força para começar de novo: o Espírito Santo nos dá a graça do arrependimento e da conversão.

A Igreja é o sinal e instrumento do perdão e da reconciliação. Cristo confiou o exercício do poder de absolvição ao ministério apostólico (aos bispos e seus colaboradores, os presbíteros). Temos, pois, a graça de nos aproximar desse sacramento após um profundo exame de consciência e sincero arrependimento, contando com a mediação da Igreja, que na pessoa do ministro ordenado, agindo na pessoa de Cristo, escuta nossa confissão e nos reintegra, nós pecadores, à comunidade, reconciliando-nos com Deus e com os irmãos e irmãs. “Tudo o que ligares na terra será ligado nos céus.” (Mt 16,19)

Orientação para uma boa confissão

Preparar-se por meio de um bom exame de consciência; arrepender-se dos pecados; ter o propósito de não pecar; confessar-se com o padre e cumprir a penitência proposta por ele. É necessário confessar-se com humildade e sinceridade.

Para informações sobre os horários de atendimento das Confissões procure a secretaria da paróquia. Os contatos estão no menu superior do site.